A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 16/02/2021
Desleixo do pratimônio público e sanções econômicas
Após catástrofes desconsoláveis ao meio ambiente, como o caso dos acidentes nas barragens de Mariana, em 2015, e de Brumadinho, em 2019, e dos incêndios recordes no ano de 2020 nos biomas do Pantanal e da Amazônia, o Brasil tem mostrado, ao mundo, leis e estratégias frágeis em relação a proteção ambiental. Nesse contexto, é perceptível a falta de consciência ambiental no Brasil, devido a caótica administração pública que faz o país perder protagonismo na política mundial.
Em primeiro lugar, deve-se analisar que o país brasileiro nos últimos anos tem fragilizado seus esforços contra os problemas ambientais. Esse fato é retratado pelos jornais internacionais como BBC e El País, em que o governo do presidente Bolsonaro junto ao Ministério do Meio Ambiente tem retirado recursos para órgãos públicos de proteção ambiental, como IBAMA, como também, de não se manifestarem efetivamente para a prevenção e nem para mitigação dos incêndios ocorridos no território nacional. Assim, o tema ambiental em vez de ser papel prioritário nas questões públicas, tem sido cada vez desprezado por aqueles que se dizem zelar pelo o bem público.
Em segundo lugar, deve considerar que o país perde protagonismo na esfera da política internacional em razão do repertório ambiental. Isso é atestado pelos os jornais Folha de São Paulo e Globo, que constataram que países como Alemanha e França tem retirado investimentos no Brasil e diminuído as trocas comerciais com o Brasil em consequência da péssima gestão ambiental em vigência. Diante disso, é nítido que o país perde economicamente em virtude do cancelamento de acordos e de sanções governamentais. Logo, a questão ambiental tem reflexos na economia à custa da postura de desleixo do Poder Executivo.
Destarte, é imprescindível que o Brasil desenvolva a consciência ambiental para que as pessoas escolham com responsabilidades os próximos representantes políticos. Dessa maneira, deve o Governo Federal, por meio de deputados e de senadores, criar meios e planos para melhor regência ambiental e educacional. Essa ação deve ser feita com repasse de verbas públicas para o Ministério da Educação devolva e administre as escolas públicas do país. Ademais, um programa deve ser criado, em todas as instituições educacionais, para que professores ensinem seus alunos a preservar e conservar a vida e a natureza. Além disso, devem os Poderes Judiciário e Legislativo coibirem e condenarem ações contrárias de qualquer indivíduo que causarem danos ao meio ambiente. Esse medida tem como finalidade a conscientização da população e a proteção do patrimônio ambiental.