A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 05/01/2021
O verde salva
A Revolução Industrial do Século XVIII, fez com que o egoísmo dos seres humanos só aumentassem, a partir desse momento as maiores importâncias eram conquistas capitalistas, e desta forma havia uma irrelevância instantânea à consciência ambiental. Visto que, as ampliações das indústrias silenciava as destruições do meio, essas que estão mais presentes a cada ano.
Primeiramente, observa-se que as atitudes antrópicas influenciam diretamente no futuro ambiental. Afinal, pesquisas do IBOPE confirmam que as fábricas atuam 16% na mudança climática, enfatizado que não souberam desenvolver um equilíbrio para diminuir ataques à atmosfera, o que prejudica as próximas gerações e acelera o efeito estufa.
Além disso, muito desses um impactos são considerados apenas interesses político-econômicos. Em pesquisa do Greenpeace, a coordenadora de Políticas Públicas afirmou que houve um aumento de 185% na destruição do centro-oeste brasileiro. Esses cenários de queimadas são estratégias para que os produtores agropecuários possam ter mais pastos e expandir esse setor, portanto enriquecer mais.
Percebe-se, pois, que a geração X se preocupou nas necessidades monetárias e se esqueceram de valorizar a própria terra. Por esse motivo, é necessário a criação do projeto “salve o verde”, por meio do Ministério da Educação e Cultura (MEC) em conjunto ao do Meio Ambiente (MEA), adicionarem na grade curricular 30 horas mensais de ensino ambiental, em menores idades apostilas didáticas e brincadeiras ao ar livre, aos mais velhos, aulas práticas para visualização dos impactos manifestado na saúde e no campo, para que assim haja uma melhor valorização, conscientização e desenvolvimento na qualidade de vida.