A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 05/01/2021
O filósofo francês Sartre, defende que cabe ao ser humano escolher seu modo de agir, pois este seria livre e responsável. No entanto, percebe-se a irresponsabilidade da sociedade brasileira no que concerne à questão dos cuidados com o meio ambiente, verifica-se uma falta de conscientização da população aos cuidados com a natureza. Nesse sentido, o problema persiste em virtude da falta de empatia e da impunidade.
A priori, o individualismo caracteriza-se como um complexo dificultador para a compreensão à respeito dos cuidados com o ecossistema. Bauman defende que a modernidade líquida é fortemente pautada no egoísmo. Nessa perspectiva, pode-se observar que muitos indivíduos não se preocupam com o meio ambiente pois, percebem que suas ações trazem malefícios à longo prazo, ou seja, quem irá sofrer os reais danos de sua ignorância são seus descendentes, e em ato de soberba só se preocupam com sua realidade atual e não com o futuro problema que será deixado.
Outrossim, há a influência da impunidade no problema. Nesse viés, Aristóteles defende que a base da sociedade é a justiça. Dessa forma, percebe-se uma irresponsabilidade governamental na punição de pessoas que preferem não se conscientizar e acabam causando prejuízos ao meio ambiente, como a poluição nas cidades. Os indivíduos não se sentem intimidados em continuar poluindo pois, o governo não pune devidamente quem polui, fazendo a poluição crescer cada vez mais.
Portanto, medidas devem ser tomadas. Para isso, o Ministério do Meio Ambiente, com o apoio do MEC, deve criar uma campanha nas redes sociais, mostrando como a falta de conscientização está acarretando sequelas cada vez maiores ao país, a fim de inteirar a população dos problemas de não cuidar e preservar o meio ambiente. Assim, possivelmente, a concepção de Sartre será verificada na realidade brasileira do séc. XXI.