A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 07/01/2021

O filme “Wall-E” - animação da Pixar - mostra um futuro distópico em que a humanidade foi responsável pela degradação extrema do meio ambiente tornando o planeta inabitável e com excesso de lixo. Fica evidente, então, que o filme critica as práticas abusivas de extrativismo e desmatamento. Nesse aspecto, percebe-se que a falta de consciência ambiental se deve, principalmente, a despreocupação das indústrias e dos setores de agropecuária com a natureza, ocasionando, entre outros problemas, a dizimação de ecossistemas.

Em primeiro lugar, vale destacar as demasiadas ações antrópicas como a princinpal causa dessa irresponsabilidade. Desde o período pré-colonial no século XVI, o homem sempre buscou riquezas naturais do território brasileiro, como a cana-de-açúcar, visando abastecer a coroa portuguesa e mover o mercado europeu. No entanto, não havia preocupação em preservar a área desmatada, refletindo na quase extinção do pau-brasil. Nessa perspectiva, nota-se uma herança deste período para a  época atual no Brasil, em que grandes indústrias buscam massivamente por lucro e negligenciando a sustentabilidade das regiões afetadas. Logo, observa-se que este problema não é atual.

Consequentemente, isso impacta de forma negativa no ecossitema local. Segundo o filósofo alemão Arthur Schopenhauer, o ser humano fez da terra um inferno para os animais. Sob tal ótica, ao interfirir exarcebadamente nas áreas florestais e nos biomas, o homem dizima, também, a vida animal pertencente àquele habitat, gerando um enorme desequilíbrio ecológico. Assim, levando a fauna brasileira à beira do colapso.

Portanto, providências são necessárias para amenizar o quadro. A fim de preservar o meio ambiente no Brasil, urge que o governo federal - por meio de acordos com as indústrias - limite a exploração ambiental e estabeleça controle sobre as atividades agropecuárias. Destarte, o futuro apresentado em “Wall-E” começará ser evitado.