A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 04/01/2021

Mais de quatro décadas já se passaram após a Conferência de Estocolmo, primeiro evento formulado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para discutir sobre as questões mundiais ambientais e poucos avanços, no Brasil, país participante do evento, obtivemos. A precariedade da consciência ambiental da nação brasileira advém, sobretudo, de investimentos insuficientes em campanhas de conscientização coletiva, inexistência de leis rígidas relacionadas à temática e fiscalização ineficiente no meio empresarial e industrial.

Muitas são as fábricas e comércios que ainda descartam substâncias e materiais de forma inadequada infectando solos, mananciais e atmosfera sem que passem pelo crivo do rigor legislativo e também considerável parcela da população ainda não realiza a correta separação do lixo, dificultando a reutização e reciclagem de materiais. Fatos como esses agravam a poluição ao meio ambiente que acaba por gerar danos à saúde humana e ao ecossistema como um todo.

A sustentabilidade ambiental consiste na prática conjunta de uma sociedade que preocupa-se com os impactos futuros de seus atos. Assim, independente da modalidade de geração de poluição de cada setor, tornam-se necessárias a adoção de práticas individuais que visem reduzir os prejuízos coletivos gerados pela ação antrópica.

Medidas eficazes, portanto, precisam ser colocadas em prática a fim de melhorar a consciência em relação à natureza no Brasil e assim reduzir a poluição gerada. Por conseguinte, a realização de campanhas educativas em escolas e sociedade em geral por parte do Estado em parceria com as prefeituras municipais para a  instrução de destinação correta de resíduos e também a criação de leis mais rígidas pelo Poder Legislativo e investimento do governo em fiscalização para que empresas e indústrias sigam condutas adequadas, fornecerá boas oportunidades para a modificação do atual panorama ambiental do país.