A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 31/12/2020
A Constituição Federal de 1988, prevê em seu artigo 225 o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado como direito a todos. Entretanto, não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a falta de consciência ambiental, dificultando deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o desmatamento, a poluição da atmosfera causada pela falta de consciência do homem ao retirar muita matéria prima usando-as em suas indústrias dessa forma obtendo-se a poluição. Nesse sentido, no Brasil, verifica-se a quantidade de impactos causadas ao meio ambiente. Segundo as ideias do filosofo contratualista John Locke, configura-se com uma “violação do contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o direito a natureza sem grandes modificações causadas pelo homem, o que infelizmente é evidente no país.
Além disso é fundamental destacar que o brasil possui a maior floresta tropical do mundo no entanto ao invés de desfrutarem com consciência, algumas pessoas fazem queimadas, dessa forma estão destruindo uma boa parte da Amazônia, estudos geográficos mostram que em setembro de 2020 ouve um aumento nas queimadas de 0,38 em relação a setembro de 2019. Logo é indispensável que esse problema continua a perdurar.
Portanto, medidas são necessárias para combater esse impasse. Assim, é imprescindível que o Ministério do Meio Ambiente (MMA), por intermédio de estratégias econômicas para melhoria da qualidade ambiental e o uso sustentável de recursos naturais, o qual construam uma lei mais rigorosa a fim de quando tirado matéria prima como madeira seja obrigatório o plantio da mesma espécie no mesmo local em quantidades maiores. Assim se consolidara uma sociedade mais empática onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.