A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 29/12/2020
No livro “Ideias para adiar o fim do mundo” o historiador indígena Ailton Krenak dialoga acerca da importância e da necessidade de preservação do meio ambiente.Contudo, tal prerrogativa infelizmente não vem sendo abordada com a ênfase devida nos meios social e politíco brasileiro,quando observa-se a questão da falta de consciência ambiental.Sob esse viés,configuram-se não só a omissão social como,também a irresponsabilidade governamental.
Mormente,a passividade social sobre o tema atua como catalisador da situação. Em seu livro,“O Leviatã” o filósofo politíco Thomas Hobbes defende que o homem é o lobo de si mesmo. Consoante a tal ideia, o caráter ausente que reverbera hodiernamente na sociedade demonstra lamentavelmente,no que concerne a consciência ambiental,uma falta de posicionamento prático.Haja vista,em seu cotidiano a população encontra-se em busca de lucro e agilidade imersa ,de maneira evidente, em uma realidade imediatista e irreflexiva, ao relacionam-se a relevância e a complexidade do paradigma.Desse modo, a elucidação do impasse contrói-se como base à garantia da qualidade de vida.
Ademais,a irresponsabilidade do governo perante o tópico dificulta sua resolução.É abordado,no documentário americano “Seremos História ?",como as decisões atuais afetarão o futuro. Todavia, em desencontro a tal perspectiva,as atividades do governo nacional operam-se negligentes com as próximas gerações. Segundo dados do grupo “Global Forest Watch”, o Brasil foi o país que mais devastou seu corpo de florestas em 2019. Entretanto, o Estado federativo brasileiro insiste,de maneira latente,em menosprezar as informações. Assim, comporta-se de modo inexorável sem ações práticas que visem atenuar as crises ambientais e,também não procura compreender a visão de pesquisadores e autoridades no tema para tentar amenizar os resultados de sua levianidade.Nesse sentido,revela-se que a falta de posicionamento das autoridades competentes contribuem para a perpetuação da problemática e do descaso com as gerações que virão.
Destarte,é notório que,os obstáculos, no que se referem à lacuna da ciência ambiental,sejam combatidos com difusão de informação.Outrossim,a fim de dinamizar o problema e gerar consciência sobre as consequências das intervenções no meio ambiente e por meio de parcerias com ONG’s ambientalistas, o Ministério do Meio Ambiente,orgão público competente por promover a adoção de estratégias relacionadas ao cuidado com os ecossistemas deve elaborar campanhas e cartilhas informativas. Tais ações,podem contar com especialistas da área na elaboração do material,que precisa ser divulgado nos meios de comunicação para que a maior parcela de pessoas tenha pleno acesso.Posto isto,as ideias argumentadas por Krenak serão, enfim devidamente discutidas.