A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 26/12/2020
Desde os primórdios da colonização brasileira, o meio ambiente tem sido alvo de intensas explorações. À luz disso, alguns eventos foram marcantes, como a degradação da Mata Atlântica e os impactos da Floresta Amazônica, que são responsáveis pela diminuição da biodiversidade no local. Entretanto, deve-se analisar que os diferentes tipos de impactos ambientais não foram obsoletos no país, uma vez que seja predominante o avanço capitalista e a carência de políticas públicas eficientes.
Em primeiro plano, destaca-se que o capitalismo não tem interesse em preservar o meio ambiente. Isso decorre, de acordo com o livro “Por uma outra globalização” de Milton Santos, que o capitalismo cria um mundo caótico com desmatamento e destruição, culpando os miseráveis pela sua própria miséria. As grandes empresas, por exemplo, desmatam incansavelmente a natureza com objetivo de obter matéria-prima ou espaço para produção, acumulando riquezas. Em consequência disso, observa-se a perda da biodiversidade larga escala.
Além disso, nota-se ainda, que políticas públicas são ineficazes em relação ao controle ambiental no país. Isso decorre, de acordo com a música “subúrbio” de Chico Buarque, que a sociedade e o meio ambiente, encontram-se em péssimas condições e completamente esquecidos , sem quaisquer preocupações e investimentos em políticas públicas por parte do Governo. Sendo assim, a falta de fiscalização e imposição de limites, provocam efeitos irreversíveis na natureza.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para a conscientização da população e das grandes empresas a respeito do problema, urge que o Ministério da Educação, junto ao Estado, criem por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias que propaguem a importância da preservação ambiental, com o objetivo de amenizar o desmatamento da fauna e flora até então vigente. Além disso, é de suma importância que o Governo aplique e intensifique as políticas públicas que defendem a preservação do meio ambiente, com a finalidade de fiscalizar e multar corretamente os indivíduos que desmatam em larga escala. Por fim, as organizações não governamentais podem promover iniciativas de reflorestamento, com o intuito de repor o que foi retirado.