A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 14/01/2021

De acordo com a Constituição Federal de 1988, o exercício do desenvolvimento consciente é responsabilidade do poder público e da sociedade. Assim sendo, a falta de consciência ambiental perante ao desenvolvimento humano pode ser prejudicial tanto para o governo, quanto para a população brasileira.

Inicialmente, é preciso ater-se ao fato de que, em 2019, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, o agronegócio representava 21% do PIB brasileiro. A partir desta análise, torna-se imprudente que o poder público não adote medidas de desenvolvimento sustentável como a diminuição de poluentes atmosféricos, uma vez que mudanças climáticas causadas pela emissão de gases de efeito estufa podem prejudicar a agricultura. Em síntese, a falta de responsabilidade ambiental afeta diretamente a economia brasileira e o poder público.   Ademais, é indubitavelmente necessária a participação popular no processo de preservação ambiental. Levando em consideração a produção de lixo proveniente do consumo de produtos industrializados, é de extrema importância a consciência social sobre as consequências do acúmulo de resíduos sólidos a longo prazo. Essas consequências podem ser visualizadas na animação Wall-e, em que a quantidade exorbitante de lixo torna a vida na terra insustentável, forçando uma evacuação de emergência para limpeza do planeta. Fora da ficção, de maneira análoga, é necessária a redução na produção de material descartável por parte da população geral.    Portanto, em suma, a preservação ambiental é um dever compartilhado pelo Estado e a comunidade. Desse modo, cabe ao Ministério do Meio Ambiente combater o desmatamento florestal por meio de fiscalizações rigorosas, além de promover campanhas sobre reciclagem e descarte correto de lixo, visando a sociedade em geral, com o intuito de diminuir a poluição atmosférica e por resíduos sólidos. E, assim, contribuir para o desenvolvimento sustentável brasileiro.