A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 20/12/2020

Desde os primórdios da humanidade a natureza é a fonte de sobrevivência do homem. Ao longo do tempo, a modernização das tecnologias possibilitaram maior facilidade de utilizar os recursos naturais, como aconteceu nas Revoluções Industriais. No entanto, as consequências dessas ações são visíveis nos impactos causados ao meio ambiente, tendo em vista que a negligência ambiental e a ganância do sistema econômico industrial, são fatores determinantes da degradação ecológica.

Em primeira análise, é notório que existe uma lacuna ao tratar de planos eficazes para o combate à degradação do meio ambiente no Brasil. Nesse contexto, a falta de planejamento e políticas de preservação ambiental impacta negativamente na manutenção dos recursos naturais. Por exemplo, as queimadas do Pantanal dizimaram diversas espécies da fauna e flora brasileira durante meses por falta de uma estratégia efetiva que amenizasse e combatesse essa situação.

Por conseguinte, o sistema econômico industrial está diretamente ligado à exploração exarcebada de matéria-prima na natureza. Isso se confirma na maioria das indústrias e empresas que utilizam bens naturais sem propósitos de consiência ambiental, já que o lucro sobressai em detrimento do meio ambiente. Dessa forma, além de prejudicar o planeta e as espécies que vivem nele, implica em outros setores da economia, como o turismo.

Desse modo, urge que medidas sejam tomadas para amenizar os impactos ambientais. Portanto, cabe ao Ministério do Meio Ambiente - órgão responsável pela preservação ambiental- intensificar os planos de ações que visem melhorar a manutenção dos recursos naturais, por meio de leis específicas para proteger o meio, a fim de diminuir a degradação ecológica dos biomas brasileiros. Ademais, cabe ao Gorverno Federal, decretar políticas conservacionistas eficazes que estimulem o setor econômico a trabalhar de forma consciente tanto para se autobenficiar, como conservar e corroborar com a natureza.