A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 19/12/2020

A Revolução Industrial foi essencial para a modernização das indústrias, para a ampliação dos processos de produção e para o crescimento econômico. Entretanto, a atividade industrial tem provocado grandes malefícios ao meio ambiente como, por exemplo, a geração de resíduos na natureza e a exploração dos recursos naturais. Além disso, a falta de consciência em relação aos problemas ambientais se torna um agravante para a situação, dificultando, desse modo, a diminuição da degradação da natureza.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais  para combater a crise ambiental. Desse modo, infelizmente, a ausência de fiscalização nas grandes indústrias, e a falta de uma política integral para supervisionar os biomas, agrava a situação, tornando a exploração dos recursos naturais e o despejo de resíduos, uma grande problemática, visto que são feitos de forma incorreta e de modo demasiado.

Ademais, é fundamental apontar a falta de informações sobre como as ações de cada indivíduo afeta o meio ambiente, e que pode resultar em efeitos a longo prazo, como impulsionador do problema no Brasil. Exemplificando, mudar algumas atitudes no cotidiano resultará em efeitos positivos e, de acordo com o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, anualmente, são geradas, aproximadamente, 71,6 milhões de toneladas de lixo nos grandes centros urbanos, e que a diminuição do consumo desenfreado e optar por marcas que sigam as boas práticas de sustentabilidade, auxiliam a diminuir esse número tão alarmante.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação, por intermédio de palestras e aulas práticas e teóricas, inclua na grade curricular a educação ambiental, a fim de promover conhecimentos e informar sobre como ações humanas podem prejudicar o ambiente em que vivem e interferir nas gerações futuras. Assim, se consolidará uma sociedade mais sustentável.