A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 19/12/2020
A chegada dos portugueses ao Brasil foi marcada por diversas atividades exploratórias, entre elas, a extração do pau-brasil e a exportação de algumas espécies da fauna nacional foram marcos importantes para o desenvolvimento da ecônomia colonial. Atualmente, a natureza brasileira continua a ser utilizada como matéria para diversos fins socioeconômicos. Contudo, nota-se que, ultimamente, houve um aumento da degradação ambiental em certas regiões do país, com isso, reflete-se um aumento no descaso com a preservação e o cuidado dos biomas nacionais.
De início, é importante citar que existem vários processos destrutivos e cada um atinge de determinado modo a fauna e flora local, ou seja, o descarte incorreto do lixo não tem a magnítude de um incêndio florestal, mas é tão agressivo quanto. Desse modo, é importante resaltar que a reciclagem ainda é pouco explorada, sendo mais comum o acúmulo do descarte em lixões e aterros, prejudicando a qualidade do solo, da água e do ar. Além disso, convém lembrar a dependência que os indivíduos possuem com o meio ambiente, sendo este responsável pelo progresso da civilização humana, nota-se que é por meio da natureza que se obtêm o necessário para a existência e prolongação da vida.
Paralelo a isso, a Constituição Federal de 1988 assegura o direito à um ambiente ecologicamente seguro e equilibrado. Em contrapartida, é cada vez mais perceptível a degradação da natureza, não somente pelos processos destrutivos para a geração de novas áreas agrícolas e pecuaristas, como também pela dinâmica já desestabilizada da fauna e flora em consequência das ações humanas. Ademais, é importante que os indivíduos saibam os efeitos dessas práticas e o modo como afetam a vida e o desenvolvimento humano, a falta de cuidado está gerando possíveis situações irreversíveis e prejudiciais para a biosfera terrestre.
É evidente, portanto, que medidas são necessárias para atenuar a negligência com os ambientes naturais existentes. Por isso, o Ministério do Meio Ambiente - órgão responsável pelas diretrizes ecossistêmicos - deve aproximar a população aos diferentes biomas predominantes no Brasil por meio de programas de preservação e projetos de combate à práticas de destruição e exploração ilegal. Dessa maneira, os indivíduos poderão participar de forma mais direta e enfática nos cuidados com a natureza a fim de viabilizar um maior equilíbrio e cautela entre a fauna, a flora e o desenvolvimento humano.