A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 30/12/2020
Com o advento da Revolução Industrial, no século XVIII, a sociedade passou por mudanças com o crescimento das fábricas, assim como o meio ambiente. De maneira análoga, no Brasil, a natureza não tem sido preservada como precisa. Por sua vez, é possível destacar que a falta de ativismo social e a inadimplência governamental corroboram para problemática.
A primórdio, é importante ressaltar que as florestas não estão sendo cuidadas. Segundo dados do Global Forest Watch, o Brasil foi o país que mais destruiu suas florestas em 2019. Nesse contexto, entende-se que a floresta amazônica é o principal alvo de desmatamento, isso ocorre muitas vezes por queimadas provocadas por proprietários ou também pela condição climática. A partir disso, deve-se comentar, que a ausência do posicionamento e debate da sociedade agrava a situação das queimadas. Sendo assim, é preciso que a comunidade seja mais ativa.
Outrossim, convém mencionar que o descaso do poder público complica o impasse. Conforme prevê o artigo 225 da Constituição Federal de 1988, é dever do Estado garantir o meio ambiente ecologicamente estável para os cidadãos. No entanto, percebe-se que esse dever não é efetuado, uma vez que não há campanhas que aborde desmatamento, como também, o poder executivo demora para mandar reforços para incêndios. Dessa forma, é necessário que o Governo crie projetos e cumpra seu dever.
Portanto, é mister que o Poder Estatal tome providências capazes de atenuar a falta de consciência ambiental. Nessa perspectiva, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, em parceria com mídias privadas, criar campanhas informativas, com falas de profissionais, para promover a conscientização da população sobre as consequências da degradação da natureza, por meio de verbas da união, com o fito de alterar o paradigma social. Dessarte, espera-se, com essa medida, que o corpo social se importe mais com o meio ambiente.