A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 18/12/2020

Os alertas de desmatamento na Amazônia bateram recorde no primeiro trimestre de 2020, como divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais; isso só comprova o quanto a importância de um fator essencial para a vida humana é deixada de lado quando se trata de lucro. Diante disso, cabe analisar os fatores que causam esse aumento, que são a falta de políticas rígidas e da educação ambiental.

Segundo o Greenpeace, “Mesmo com a proibição de queimadas imposta pela moratória do fogo desde 16 de julho, a Amazônia e o Pantanal registraram recordes de queimadas até a metade de setembro”, isso se deve a quase nula importância dada a esses atos, somado a ausência de fiscalização deles, aumentando consequentemente sua incidência.

Além disso, como causadora de toda e qualquer deficiência social, a falta da educação, nesse caso ambiental, é um fator chave para a permanência desse problema. Ou seja, como dito por Pitágoras, filósofo e matemático grego: “Educai as crianças e não será preciso punir os homens”, mas, além da lacuna educacional, também há a punitória, na qual os cidadãos que infracionam essas leis, saem impunes e continuam a praticar os mesmos crimes.

Portanto, cabe ao governo adotar medidas de combate eficiente a esse delito tão normalizado. Logo, o MInistério da Educação deve alterar a grade curricular do ensino público, tornando obrigatória a educação ambiental, por meio de projetos com profissionais da educação, para que assim, o jovem tenha conhecimento, desde os primeiros anos de aula, da necessidade de preservação desse sistema essencial para a vida humana.

“Quanto mais a sociedade se distancia da verdade, mais ela odeia aqueles que a revelam”. Essa frase de George Orwell, escritor e jornalista, exemplifica bem a situação do Brasil, na qual o presidente Jair Bolsonaro nega dados estatísticos comprovados