A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 18/12/2020

A partir da Revolução Industrial no século XX, ocorreu uma grande modificação nas relações econômicas, sociais e estruturais na cidadania brasileira. Nesse sentido, em decorrência da formação do espaço urbano e o avanço da agropecuária, intensificou o desmatamento e as queimadas antropicas no país. Nesse segmento, a falta de consiência ambiental é um desafio contemporânea. Diante disso, deve-se analisar a ausência de políticas governamentais em defesa da natureza e a falta de debates nas escolas, no sentido de educar os discentes a terem responsabilidade sustentável.

Primeiramente, a ausência de políticas governamentais em defesa da natureza é uma problemática atual. Em análise com o site G1, nesse ano de 2020, ocorreu a maior perda da vegetação do Pantanal. Diante desse dado, nota-se, que, a escassez de infraestrutura em defesa da proteção ambiental é consequência de um governo que prioriza a expansão do agronegócio, sobretudo, em áreas menos povoadas, por exemplo, na região Norte e Centro-Oeste. Em consonância com a Constituição de 1988, é dever do Estado promover a proteção dos biomas presentes no território brasileiro. Logo, nessa perpectiva, é preciso que a população cobre dos políticos, a efetividade de legislação que defende o fim das queimadas e do desmatamento.

Em segundo lugar, a falta de debates nas escolas, no sentido de educar os discentes a terem responsabilidade sustentável também é um problema. Isso decorre do modelo pedagógico que prioriza ensinar matérias cobradas em provas, visto que, geralmente, assuntos exclasses são abordados de forma pouco abrangentes. Outrossim, consoante com a teoria: “ética da responsabilidade” do filósofo Hans Jonas, o indivíduo precisa ter comportamento a favor das gerações posteriores, ou seja, é preciso ter consiência das suas ações de modo que não destrua  o espaço natural. Por isso, tendo em consideração que as intituições de ensino, adjunto com a família, possui a função educacional, é preciso fomentar o senso crítico dos alunos, a fim de formar um segmento social cauteloso com a preservação da natureza.

Por fim, após os argumentos abordados, medidas são necessárias para reverter esse cenário. Portanto, o Estado em parceria com o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), deve ampliar a fiscalização e a punição dos indivíduos comuns que desrespeitem a vegetação, por meio da utilização de tecnológias que darão mais eficiência ao trabalho, por exemplo, a utilização de drones, com a finalidade de sanar a destruição ambientais. Além disso, as escolas pode contribuirem com essa ação, por intermédio de palestras voltadas para a consciência ambiental, com a participação dos pais ou responsáveis, no interesse de formar uma juventude atenciosa com os biomas.