A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 17/12/2020

O processo de urbanização brasileiro aconteceu de forma concentrada e sem planejamento, comum em países subdesenvolvidos, o que facilitou a queima exarcebada de combustíveis fósseis visando o lucro. Com isso, problemas ambientais foram intensificados, queimadas e a extração de matéria prima sem organização se tornaram comum para o cenário brasileiro. Nesse sentido, vale ressaltar que o problema não é só a falta de programação para conter a poluição atmosférica, mas também a necessidade de comprometimento do Estado com a natureza.

Em primeiro lugar, é preciso relatar o grande investimento  de JK no modal rodoviário, um dos principais poluentes da atmosfera. A poluição do ar provocada pela queima de combustíveis fósseis, como o petróleo, o gás e o carvão, é responsável por mais de quatro milhões de mortes prematuras no mundo, segundo dados da OMS. Dessa forma, a queima demasiada de combustíveis fósseis independente do local costuma ser prejudicial para  o ambiente e a população.

Ademais, é preciso uma reeducação no sistema sobre a maneira que é tratado o meio ambiente no Brasil. Outrossim, de acordo com Aristóteles, filósofo grego, é necessário um meio termo entre as virtudes, em que o excesso pode se tornar prejudicial. Desse modo, é importante modificar essa situação sobre as queimadas, valorizar nosso ambiente que é fruto de matéria prima, buscando uma isonomia entre o ser humano e a natureza.

Portanto, medidas estratégicas são necessárias. Urge que o Ministério da Economia invista em fiscalização nas florestas brasileiras, em que atos de queimadas não autorizadas e extração de matéria prima ilegal serão punidos. Para diminuir a poluição atmosférica e conservar os recursos naturais dessas florestas, como meio de preservar o bioma brasileiro. Além disso, a mídia deve incentivar o uso de transporte coletivo, em que alertará sobre os malefícios do uso demasiado do modal rodoviário para o ambiente, a fim de criar uma sociedade que visa ao bem-estar coletivo. Assim, haverá um meio termo entres as ações, como propôs Aristóteles.