A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 16/12/2020
Como dizia Francis Bacon, filósofo e político inglês, “Só se pode vencer a natureza obedecendo-lhe.” Diante dessa frase, é primordial atender aos sinais do meio ambiente, haja vista que é nele que estão os recursos naturais necessários para a sobrevivência, como água, alimentos e matérias-primas. Contudo, a falta de consciência ambiental impossibilita que os devidos cuidados ambientais sejam prestados. Esse cenário antagônico é fruto tanto da exploração continua da natureza, quanto dos desastres naturais causados pela ação do homem.
Em primeiro plano, segundo dados do Observatório do Clima, o Brasil é o segundo país do mundo com maior emissão de gases de efeito estufa (GEE) por uso da terra, atrás apenas da Indonésia, e o oitavo no ranking de lançamento de dióxido de carbono (CO2) por resíduos. Nesse sentido, é necessário corrigir a forma de exploração dos recursos naturais, com o intuito de proteger os hectares agrícolas.
Em segundo plano, de acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que 40,9% dos municípios brasileiros sofreram, nos últimos cinco anos, pelo menos um desastre natural. Foram 2.276 cidades atingidas por inundações graduais, enxurradas bruscas e/ou deslizamentos de encostas entre 2008 a 2013. Com isso, esses desastres são frutos da ação do homem e o mau uso de recursos.
É necessário, portanto, que algo seja feito com urgência para amenizar a questão. Logo, cabe ao Ministério do Meio Ambiente adotar estratégias de conhecimento para a população, por meio de campanhas e propagandas midiáticas, com a inclusão de informações sobre a importância da preservação ambiental. Como também, tornar conhecida a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/81), a fim de garantir melhoria na qualidade ambiental. O fito de tal ação é uma mudança comportamental, assegurando uma população mais consciente.