A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 16/12/2020

Em 1992, a Organização Mundial da Saúde (OMS) promoveu o evento chamado “Cúpula da Terra”, onde elaborou a Política da Sustentabilidade - reduzir, reutilizar e reciclar - com objetivo de desestimular o comportamento poluente. Todavia, ação da OMS não foi suficiente para formentar uma consciência ambiental no Brasil, já que a responsabilidade ecológica nacional ainda é frágil ineficiente, em especial no que concerne inércia estatal e à negligência social. Sendo assim, é fulcral a adoção de medidas que mitiguem e infortúnio.

À vista desse cenário, a omissão das autoridades públicas evidencia os prejuízos à natureza. Sob está ótica iminente, a Constituição Federal de 1998 prevê no artigo 225 o direito de todos ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Nessa lógica, esse direito é vilipendiado, já que a retirada excessiva de matérias em curto prazo de tempo fragiliza os biomas, e não há estratégias públicas efetivas para um desenvolvimento econômico consciente. Dessarte, é medular a criança de estruturas e políticas para reutilização e descarte ecológicos.

Outrossim, a indiferença da população contribui para agravar o drama ambiental. Consoante a isso, o filósofo alemão Hans Jonas em sua obra “O Princípio Responsabilidade” aborda o dever do indivíduo com a manutenção do presente e das futuras gerações. De maneira análoga, essa ética denunciada por Hans Jonas é banalizada, pois o corpo social explora os recursos naturais de forma excessiva e ignora os danos causados, o que inviabiliza a preservação ambiental, indispensável para o plena desenvolvimento da sociedade atual e futura. Destarte, revela-se a imprescindibilidade de estimular o comportamento social consciente.

Portanto, para solucionar o problema, o Ministério do Meio Ambiente - responsável pela política nacional para manutenção dos recursos - deve promover a busca por novas formas de reduzir o consumo e descarte dos materiais, por intermédio de concursos premiados entre as universidades e faculdades. Essa iniciativa iria engajar as pessoas para a criação de novas formas de tratamentos com os resíduos gerados e redução dos poluentes, e as ações mais promissoras seriam financiados pelo poder público para agirem em escala nacional, o que reafirma a atuação do Estado no desenvolvimento de uma consciência ambiental coletiva. Assim, a Política de Sustentabilidade iniciada pela OMS será efetivada no país.