A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 16/12/2020

Segundo a Lei da Inércia, de Newton, a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, observa-se a mesma condição no que tange à falta de consciência ambiental no Brasil, que segue sem uma intervenção para a sua resolução. Nessa perspectiva, esse cenário desafiador deve ser superado de imediato para que uma sociedade ambientalmente consciente seja alcançada.

Precipuamente, é fulcral pontual que o aumento da incindência de queimadas florestais observado nos últimos anos deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coibam coíbam tais recorrências. De acordo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 90% dos focos de incêndios registrados anualmente encontram-se no Cerrado e na Amazônia, o que acende um alerta vermelho em relação ao futuro caótico no qual o Brasil poderá enfrentar, visto que ambos biomas são responsáveis por grande parte da biodiversidade da fauna e flora nacional. Diante do exposto, faz-se mister a reformulação da postura estatal de forma urgente, de modo a atenuar ações que coloquem em risco a degradação da natureza, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, cabe ressaltar a importância da população em cobrar das autoridades competentes melhorias na execução de projetos em prol da proteção ambiental. Nesse sentido, o jornalista irlandês George Bernard Shaw traz uma contribuição relevante ao defender que o progresso é impossível sem mudanças. Analogamente, reinvindicações da sociedade no se que se refere a pressionar o governo por formas equilibradas de prover as nossas necessidades sem provocar prejuizos aos recursos naturais existentes são  necessárias para a realização de mudanças na estrutura consumista presente na conjuntura atual. Diante de tal contexto, a importância do meio ambiente será incutida na mentalidade do corpo social e nas medidas estatais para o meio ambiente.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas públicas que visem a construção de um mundo melhor. Destarte, com o objetivo de mitigar os impactos ambientais, urge que o Estado invista, por meio de verbas governamentais destinadas pelo Tribunal de Contas da União, em políticas públicas de incentivo à proteção do meio ambiente, de modo a atender as necessidades humanas sem causar prejuízos à natureza. Tais medidas devem refletir na manutenças de todas as formas de vida, no uso sustentável da natureza, bem como um posicionamente ativo em conjunto da sociedade e governo em benefício do bem-estar social coletivo. A partir dessas ações, espera-se promover a construção de um Brasil melhor.