A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 16/12/2020

A partir da Primeira Revolução Industrial, o ser humano começou a emitir muitos poluentes, além de desmatar em larga escala, com o intuito de alimentar os mercados internos e externos em crescimento. Nessa perspectiva, é notório que com o passar dos anos as consequências se tornaram mais aparentes, entretanto, existe uma infeliz falta de consciência ambiental no Brasil, fato que demanda atenção. Assim, dois tópicos devem ser debatidos: turismo e o aquecimento global. Com isso, medidas interventivas devem ser aplicadas a fim de reduzir os danos à natureza.

A priori, a falta de conhecimento, no tocante a esfera ambiental, prejudica a atividade turística. Nesse sentido, um indivíduo que queima - indiscriminadamente - regiões próximas a sua propriedade está reduzindo as populações de seres vivos - plantas, animais, fungos - que são atrativas para turistas, por consequência, há redução de visitas e dos ganhos monetários para a comunidade. Em paralelo a isso, a ONG “Greenpeace” afirmou que as queimadas criminosas, no bioma Pantanal, quase triplicaram no período de 2020, em comparação ao ano anterior, o que segere um prejuízo financeiro alto, assim como o descrito. Esse triste problema é fruto da pouca instrução que acomete muitas pessoas, como nos temas associados a noções básicas de ecologia e economia sustentável. Por isso, é relevante promover informação adequada.

Por outro lado, o aumento nas quantidades de gases, do efeito estufa, na atmosfera prejudica a humanidade. Nesse seguimento, com o crescente uso de automóveis, as concentrações de dióxido de carbono se elevaram e promoveram não apenas o aquecimento generalizado, mas também em pontos urbanos específicos, fenômeno denominado de “ilhas de calor”, em que há temperaturas muito elevadas e pouca circulação de ar entre prédios e o asfalto. Esse desconfortável panorama é proveniente da triste pouca relevância que a população atribui ao tema ambiental, associada aos padrões consumistas da sociedade moderna, os quais pregam a riqueza como foco do indivíduo. Aissm, cabe ao Estado reduzir o preço do álcool - etanol -, para incentivar os motoristas a utilizarem esse combustível, o qual polui menos que a gasolina.

Em suma, há pouca consciência ambiental nos brasileiros. Por isso, o MEC deve difundir conhecimento sustentável para os cidadãos dos meios rural e urbano, em praças públicas, por intermédio de profissionais qualificados - biólogos, geógrafos, economistas -, panfletos ilustrativos e questionários engajadores. Em síntese, essas ações têm a finalidade de atenuar a possibilidade de futuros prejuízos ao meio ambiente como desmatamentos ilegais, queimadas sem aval técnico e descarte de materias indevidos nos rios e florestas.