A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 16/12/2020
Na Revolução Industrial, período de intensa envolução da indústria, ocorreu o aumento da emissão de poluentes e o desmatamento, prejudicando o equilíbrio ambiental ao redor do mundo. De maneira análoga, tais práticas prejudiciais ao meio ambiente ainda são praticadas em larga escala no Brasil, provenientes de uma inadequada educação sustentável e, por conseguinte, afetando a saúde das populações de diversos países. Assim, é possível afirmar que a inadequada educação voltada para a sustentabilidade e sua colaboração com o prejuízo na saúde das pessoas, são fatores que indicam a falta de consciência ambiental no Brasil.
A princípio, Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, dizia que: “A educação é a arma mais importante que pode ser usada para mudar o mundo”. Nesse viés, é imprescindível o amparo da educação em qualquer prática nociva ao bem-estar da população mundial, como é o caso dos atos incoscientes proferidos ao meio ambiente, prejudicando, assim, o equilíbrio ecológico. Além disso, essas atividades inadequadas estão enraizadas desde o intenso desenvolvimento industrial, principal responsável pela difusão dessa ideologia extremamente irresponsável. Dessa forma, para que ocorra uma melhoria nessa realidade brasileira, faz-se necessário o investimento em políticas educativas.
Outrossim, o filósofo Jean-Jacques Rousseau dizia que: “As pessoas dizem que a vida é curta e querem diminuí-la cada vez mais”. Nesse âmbito, é evidente que uma das principais consequências dos atos que compromentem o meio ambiente são em relação à saúde humana, como a proliferação de doenças que se faziam presentes somente nas florestas, propiciando a disseminação de enfermidades graves para a população. Nesse sentido, é válido salientar os imensos riscos ao equilíbrio climático nas grandes cidades brasileiras, permitindo a inalação de poluentes presentes na atmosfera pelas pessoas e, assim, a contribuição ainda maior para o prejuízo do vigor humano. Desse modo, faz-se necessário o incentivo de práticas sustentáveis em prol da diminuição dessa problemática.
Portanto, é perceptível que a Revolução Industrial deixou vertentes educacionais inadequadas em relação à atos inconscientes proferidos ao meio ambiente, maximizando a proliferação de doenças no Brasil. Posto isso, o Ministério do Meio Ambiente deve promover políticas ambientais e educacionais, com o objetivo de ensinar práticas sustentáveis e criar punições para quem pratique métodos que prejudiquem o equilíbrio do ecossistema brasileiro, além de apontar as consequências à saúde humana que tais práticas podem acarretar, por meio de biólogos e educadores renomados, com o intuito de melhorar a realidade ambiental brasileira. Ademais, tais políticas devem carregar os ideais de Mandela e Rousseua, que são uma educação para uma melhor evolução humana pautada na saúde.