A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 15/12/2020
A partir da Revolução Industrial, o mundo passou por diversas transformações no cenário tecnológico, político e ambiental. Desde esse período, o meio natural passou a ser degradado com uma intensa velocidade catastrófica — orquestrado por grandes corporações industriais em prol da lucratividade. Mediante a isso, a destruição em massa do planeta se tornou um mal banal e a falta de políticas de protecionismo ambiental revigoram o descaso socioambiental por parte dos governantes.
Em primeiro lugar, a banalização da destruição ambiental é um problema existente, que se perpetua através dos séculos e culmina nos dias atuais. Esse imbróglio se assemelha ao conceito de “Banalidade do Mal”, de Hannah Arendt, na qual, se expressa por meio da transformação de algo grave ou de grande importância social, para algo corriqueiro e cotidiano. Em consonância, esse efeito se caracteriza no ambiente, por meio da persistência da aquisição capital que — juntamente com a alienação da população — aumenta a exploração capitalista do meio natural.
Ademais, a falta de legislações ou barreiras protecionistas para impedir o avanço do desmatamento afetam, diretamente, a situação crítica dos ecossistemas hodiernos. Historicamente, a Constituição Federal Brasileira de 1988 assegura diversas medidas socioeconômicas que auxiliam na diminuição da destruição da natureza. Entretanto, infelizmente, esta situação não se transcorre de forma eficaz, e pouco atribui-se ao êxito de combater problemas socioambientais, de fato. Logo, isso reforça a irresponsabilidade dos governos diante da banalização da destruição ambiental.
Setor Legislativo crie uma série de leis rígidas (tolerância zero) a respeito da degradação do meio ambiente, por meio de uma rede de fiscalização integrada que controle as emissões de gases poluentes, demarcação de terras verdes e monitoração de rios. Essa ação teria a finalidade de controlar a poluição de grandes empresas e terras agricultáveis, pois, caso ultrapassassem os limites impostos pela legislação seriam multadas ou desmanteladas, e dessa forma o natureza teria a sua proteção garantida.