A extinção de línguas indígenas no Brasil

Enviada em 18/09/2020

São Tomás de Aquino defendeu que todas as pessoas devem ser tratadas com a mesma importância. Porém, infelizmente, os povos indígenas ,no Brasil, não tem esse tratamento, visto que a língua desse povo está sendo ameaçada de extinção. Nesse sentido, percebe-se a configuração de um grave problema e que a sua solução se torna dificultosa devido, a base educacional lacunar e a sensação de superioridade.

A priori, a sensação de superioridade se torna um impasse para a resolução da problemática. Conforme a teoria de Eugenia, cunhada do século XIX, utiliza como base o nazismo, defende que o controle social só é estabelecido por meio da seleção de aspectos considerados melhores. De acordo com essa perspectiva, haveria seres humanos superiores a outros. Nesse âmbito, no Brasil contemporâneo, pode se perceber a teoria eugênica de superioridade na questão da extinção da língua indígena, cuja a base é uma forte discriminação.

Outrossim, a base educacional lacunar é outro problema que deve ser solucionado. Seguindo o pensamento do sociólogo Immanuel Kant, o ser humano é tudo aquilo que a educação faz dele. Desse modo, se há um problema social, há uma lacuna educacional. Sob esse prisma, o fim da da língua indígena faz-se visualizar que as escolas estão fazendo um mal papel no sentindo de reverter o problema, pois não está trazendo as salas de aulas conteúdos para resolver essa barreira.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para serem solucionados. Assim sendo, o Ministério da Educacional (MEC), o qual é detentor de grande poder na espera nacional, promova a melhoria dessa realidade, por meio de aulas e palestras semanais sobra a língua, dança e cultura dos povos indígenas, a fim de dá a valorização e reconhecimento que esse povo merece. Dessarte, a estagnação social, motivada pela frase de Aquino, será mitigada no Brasil.