A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 10/07/2020

A exploração trabalhista, infelizmente, é uma realidade para muitas pessoas no Brasil e no mundo. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), existem, no mínimo, 20,9 milhões de pessoas escravizadas, trabalhando em condições deploráveis em todo mundo.

Por ser uma prática ilegal em quase todo o mundo e ser condenada por organismos internacionais, a escravização de pessoas pode ser resumida em um ciclo que se repete na maioria dos casos.

Esse ciclo possui seis etapas cíclicas sendo elas: Vulnerabilidade socioeconômica, aliciamento e migração, trabalho escravo, fuga, fiscalização e libertação e o pagamento de direitos.

Existem também três pontos principais que evitam e acabam com o trabalho escravo, a prevenção, assistência as vítimas e repressões. Há diferentes tipos de trabalho escravo, eles podem incluir o trabalho forçado, péssimas condições trabalhistas, horas exageradas e exaustivas, e os mínimos salários atrasados, isso quando recebem os salários.

O trabalho escravo pode acontecer em todos os lugares, seja em empresas grandes, nas pequenas, até mesmo em trabalho rurais e domésticos, onde patrões pagam muito pouco a seus empregados, muitas vezes as colocando em situações humilhantes e degradantes. Algo que infelizmente é a realidade de muitos trabalhadores da classe baixa e média.

Em conclusão, como a liberdade e a dignidade do indivíduo fazem parte de nosso Estado Democrático de Direito, o trabalho escravo é originado de diversos problemas, ferindo princípios constitucionais, e nós como cidadãos, devemos reforçar e garantir a efetividade desses direitos, auxiliando para acabar com o sofrimento de milhares de homens, mulheres, idosos e crianças encontrados em situações tão cruéis e desumanas, não tolerando tratamentos precários infligidos a eles, buscando, assim, um mundo melhor para todos e o fim desse problema, nos livrando das amarras da escravidão.