A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 10/07/2020
Por mais de 300 anos, o Brasil ancorou um dos maiores sistemas de escravidão do mundo, que ocorreu durante a era colonialista. Apesar de já se terem passados tantos anos desde então, o país continua enfrentando problemas com relação a exploração trabalhista, como centenas de casos de escravidão velada todos os anos. Na sociedade moderna esse ato permanece, a busca por lucro, investimento acaba por manter esse proveito sobre os trabalhadores aumentando assim as diferenças sociais tornando difícil reverter essa realidade.
Segundo o filósofo Karl Marx, vende-se a força de trabalho como fonte de sobrevivência a quem detém os meios de produção. Desta forma os trabalhadores, tendo que ter um esforço para alcançar metas individuais, fazem hora extra ou até mesmo resolvem coisas do trabalho do lar, atrapalhando a vida pessoal, sendo na maioria das vezes não receberá remuneração adicional.
Eventualmente, a situação mudou. Muitas leis trabalhistas foram criadas e o trabalhador passa a ter direitos como salário mínimo, receber renumeração adicional ao fazer hora extra, carteira assinada entre outras coisas. Porém, leis tão importantes como essas não estão sendo cumpridas, empresas com o desejo de ter mão de obra barata acaba abusando da classe trabalhadora. Além disso, em vários países, o Estado atua o mínimo possível, tendo uma má fiscalização nesses postos.
Entende-se, portanto, que o cenário do trabalhador desde sempre tem problemas. Sendo assim, é imprescindível que o Ministério do Trabalho amplie os direitos dos empregados e fiscalize as empresas, oferecendo assim o melhor ambiente de trabalho. Bem como, é preciso realizar campanhas, reuniões ou propagandas sobre os direitos e deveres do trabalhador, para assim alertá-los. Dessa forma, o povo poderá deslumbrar de uma diminuição na exploração trabalhista.