A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 09/07/2020
Cansaço, ansiedade, fata de senso coletivo e depressão. Esse é o perfil emocional de grande parte dos trabalhadores, na sociedade contemporânea. Portanto, não é razoável que a questão da exploração e do abuso sofrido por operários seja tratada com descaso. No entanto, os Estados devem tomar atitudes para solucionar esse problema. Além disso, é visível que a saúde mental do funcionário não é tida como prioridade, em casos de depressões não tratadas, pode levar a pessoa a cometer o suicídio.
Segundo o filósofo Karl Marx, vende-se a força de trabalho como fonte de sobrevivência a quem detém os meios de produção, desta forma, o trabalho fica de maneira vinculada a ele, tendo de cumprir as metas estabelecidas, permanecendo depois do expediente ou então resolvendo assuntos de trabalho em casa, em horários de lazer, atrapalhando a vida pessoal do assalariado. Em que provavelmente não recebe remuneração adicional, sendo visto como “sacrifícios pelo trabalho” para ser um excelente profissional.
Deve-se realçar, antes de tudo que, o trabalhador é submetido a certas situações por anseio da falta de renda. Pode-se citar que o sociólogo Émile Durkheim, defendia que o trabalho une os indivíduos na sociedade. Dessa forma, a população necessita de um cargo remunerado que atenda as demandas básicas de sobrevivência, porém, o atual cenário da falta de emprego e a crise econômica do país, levam os indivíduos a aceitarem cargos que não lhe favorecem, não pagam hora extra, não possuem férias remuneradas, e em alguns casos não apresentam carteira assinada, aumentando ainda mais essa exploração trabalhista.
Enfim, para a busca da melhora, o Ministério do Trabalho deve interferir, acrescentando e garantindo os direitos, privilégios e benefícios, fiscalizando a realização desses direitos. Convêm aos órgãos públicos e privados, a preocupação e a atenção com a saúde física e mental do funcionário, promovendo a devida assistência e orientação médica.