A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 15/05/2020
Desde de séculos atrás a exploração trabalhista já existia, com ainda mais força e escala do que nos dias atuais. Após a revolução industrial os casos de exploração foram diminuindo porém não foram totalmente extintos, ainda se encontram milhares de pessoas trabalhando em condições precárias, arriscando a saúde e recebendo menos que um salário mínimo.
De acordo com os dados apresentados pela ONG estadunidense “Free the Slaves”, estima-se que um total de 27 milhões de pessoas trabalhem em condições análogas as da escravidão. Já a Organização Internacional do Trabalho (OIT) informa que existem , no mínimo, 20,9 milhões de pessoas escravizadas no mundo.
Grande parte dessas pessoas não tem condições de sustentar a família, passam necessidades ou não conseguem um emprego, fazendo com que sejam obrigadas a aceitar o trabalho exaustivo e mal remunerado, muitas vezes passando mais de 20 horas trabalhando direto, em lugares insalubres e comprometendo a própria saúde para receber tão pouco.
Por falta de fiscalização, os patrões ignoram as leis trabalhistas e colocam seus empregados em condições de trabalho injustas. Para eles “sai caro” demais se importar com o bem estar dos funcionários, logo, se não há fiscalização acabam aproveitando para tirar vantagens.
A atuação de órgãos públicos, como o Ministério Público do Trabalho, e a denúncia desses casos é extremamente importante para que haja um controle maior sobre os mesmos, com a finalidade de diminuir a cada dia o número de vítimas da exploração proporcionando uma vida de trabalho justa e confortável para todos os trabalhadores, conforme os seus direitos de acordo com as leis.