A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 15/05/2020
O sociólogo Karl Marx já disse que “a história da sociedade até os nossos dias é a história da luta de classes”. Não dá pra negar que, a burguesia exerce certo domínio sobre o trabalhador cansado e explorado visando lucros sem se importar com o bem estar dessa classe, que é a maioria.
Nesse contexto de exaustão temos tanto o trabalhador que ganha um salário mínimo para trabalhar 40 horas semanais, quanto o entregador de aplicativos que ganha, segundo o jornal GaúchaZH em outubro de 2019, em média R$ 450 reais por semana com uma jornada diária de cerca de 12 horas de domingo a domingo. É inegável que, sendo formal ou informal, o proletário trabalha para sobreviver, sem o descanso e o lazer necessários para se ter uma vida digna
Outro aspecto a ser abordado é a exploração de funcionários por parte de seus chefes que, muitas vezes, trabalham sem receber um salário devidamente adequado. Além disso, nos últimos tempos vimos manifestações de empresários e comerciantes dentro de carros caros contra o fechamento do comércio durante a crise da Covid-19. Como diz um documento assinado por empresas de Maringá, Santa Cataria, deve haver uma reabertura gradativa das atividades comerciais para “evitar um colapso econômico e social”. O que esta classe, que domina a maioria da população, não prevê são aglomerações nos transportes públicos e o contato direto com outras pessoas, uma vez que essa minoria não passa por estas situações.
Diante do exposto da exploração dos trabalhadores, é de se esperar que os órgãos públicos responsáveis, como o Ministério do Trabalho e da Economia e o poder Executivo, façam com que os direitos trabalhistas sejam cumpridos com rigor, por meio de fiscalizações periódicas. Como também se deseja que os donos dessas empresas ofereçam descanso aos seus funcionários sem que estes saiam em desvantagem e mantenham sua qualidade de vida.