A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 15/05/2020

No século XVIII durante a Revolução Industrial, era comum operários que sofriam exploração trabalhista. Não há como negar que atualmente na sociedade moderna ainda exista este abuso, devido ás indústrias que visão o lucro acima de tudo, o que prejudica a saúde física, mental e emocional do funcionário.

Em primeiro plano, atualmente a maioria dos países praticam um sistema econômico capitalista, cujo objetivo principal é obter lucro. Segundo dados da organização não governamental Repórter Brasil, funcionários que trabalham na produção de tomates do município de Apiaí, localizado no Vale do Ribeira, são submetidos a condições precárias uma vez que, o arrendatário não investe em infraestrutura de banheiros e refeitório, não disponibiliza equipamento de proteção individual expondo os trabalhadores a intensos agrotóxicos, e um excessivo cargo horário. Sendo assim, observa-se que essas medidas tomadas são para minimizar os custos e acelerar a colheita, visando somente o lucro e não o bem estar e segurança do funcionário.

Além disso, indústrias que visam apenas o lucro prejudicam a saúde dos trabalhadores. Conforme pesquisas realizadas em 2015 pelo portal de notícias brasileiro G1, funcionários submetidos á péssimas condições de trabalho desenvolvem transtornos mentais como ansiedade e depressão, acarretando problemas físicos. Constata-se que, na tentativa de não aumentar custos, ocorre descaso com a saúde dos trabalhadores, tornando-os desequilibrados emocionalmente.

Portanto, para que não haja uma tremenda exploração trabalhista na sociedade moderna como houve com operários durante a Revolução Industrial, faz-se necessário que o Ministério da Economia, por meio de inspeções gerais, fiscalize empresas e indústrias, a fim de minimizar condições precárias de trabalho e, também através da elaboração de novas leis fazer com que as instituições providenciem atendimento psicológico gratuito.