A eficiência da política antidrogas brasileira

Enviada em 27/05/2020

Muito se debate sobre a eficiência da política antidrogas brasileira. No Brasil, existe um programa chamado Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas), que tem o objetivo de dotar jovens estudantes de informações para viver de maneira saúdavel, sem drogas e violência. Porém, apesar de todas as políticas contra o uso de drogas, existem alguns empecilhos: influências das amizades e também podem usá-las por curiosidade.

Em primeira análise, destaca-se as influências das amizades. Um estudo conduzido pela Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, mediu a influência dos “melhores amigos” na iniciação do consumo de bebidas alcoólicas na adolescencia. Os resultados da pesquisa apontaram que jovens cujo amigo consume álcool apresentam o dobro do risco de provar o primeiro gole e podem ser até três vezes mais propensos a começar a beber regularmente. O uso de drogas além do vício, pode causar vários problemas de saúde

Em segunda análise, refere-se ao uso das drogas por curiosidade. Em uma pesquisa realizada pelo Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen) entrevistou 90 jovens. Dos entrevistados 61% afirmaram terem começado a usar drogas por curiosidade. Essa curiosidade, pode levar ao vício em drogas, porque elas ativam rapidamente o sistema de recompensas do cérebro e liberam a dopamina, gerando a sensação de prazer. Como foi dito anteriormente as drogas podem gerar váriados problemas de saúde como endocardite, insuficiência renal, doenças respiratórias, etc.

Portanto, conclui-se que as políticas antidrogas brasileiras são em parte eficientes, visto que muitos jovens estão no mundo das drogas. O governo juntamente com a escola deve investir mais nesses projetos antidrogas para conscientizar cada vez mais os adolescentes desde cedo a não usarem drogas. Também a família deve educar seus filhos para não entrarem nesse mundo, porque apesar de ter soluções para esse problema, é muito prejudicial à saúde.