A educação como veículo de mudança na sociedade

Enviada em 22/08/2021

A Declararação Universal dos Direitos Humanos - promulgada em 1948 pela ONU - assegura a todos os indivíduos o pleno direito à educação. No entanto, tal dever é negligenciado ao passo que as organizações não cumprem sua obrigação. Nesse prisma, detacam-se dois aspectos importantes: a instabilidade financeira dos estudantes em se manter no curso superior tanto público quanto privado e o demasiado valor de fontes educativa tais como os livros.

Sob esse viés, é notório que há grande dificuldade monetária dos indívíduos durante a jornada estudantil, acarrentando ,consequentemente, à evasão universitária. Desse modo, desde o período Brasil Colônia, os latifúndios foram concentrados em mão de poucos, originando as elites. Sendo assim, a distribuição errônea das terras do Estado brasileiro reflete hodiernamente na tremenda desigualdade social de precendetes estruturais que se espelham na ampla dificuldade estudantil dos mais acometidos.

Ademais, os valores dos livros, meios de acesso à educação e à cultura, sofrem constantes taxações, o que inviabiliza o acesso de tais recursos aos mais pobres. Dessa forma, segundo o filósofo Wittgenstein, os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo. Logo, compreende-se que a dificuldade de aquisição de meios educativos contribui para a falta de perspectiva crítica e analítica, aos quais são originadas pelo maior meio de condução do progresso humano, a literatura.

Depreende-se, portanto, a necessidade de medidas que venham  ampliar a educação como veículo de mudança na sociedade. Por consegunte cabe ao Governo Federal e ao Ministério da educação, possibilitar a manutenção dos alunos nas intituições de ensino, por meio de auxílios estudantis, a fim de que haja uma sociedade mais equitativa. Somente assim, o direito que supostamente possibilitaria o acesso à educação, será realidade na sociedade contemporânea.