A digitalização da economia
Enviada em 10/11/2021
No mundo atual, a teconologia se desenvolve em um ritmo galopante e carrega todas as criações humanas em direção à revolução 4.0. Assim a teconologia é capaz de aprimorar até a base das relações humanas, ou seja, amplia o acesso à economia global a todos que tenham um celular em mãos para que, com poucos cliques, criem uma conta em um banco digital, requiram um cartão de débito e façam transferências bancárias livres de taxas. Este novo mundo digital impulsiona a economia do Brasil como um todo, criando competições intenas entre empresas e aumentando o conhecimento econômico da população, ganhos estes que o Estado deve garantir que se mantenham aumentando para o benefício de todos.
Um grande exemplo de evolução da economia surge ao se comparar o sistema bancário antes da revolução tecnológica com o vigente. Antigamente era necessário comparecer a uma agência para sacar dinheiro fisicamente para só então fazer um simples pagamento, algo que hoje pode ser realizado por PIX, cartões “Contactless” e implantes RFID. Assim, tal salto é mais que uma evolução isolada, mas sim um indicador de que o Brasil caminha como uma unidade para o desenvolvimento tecnologico.
Outra grande vantagem que o mercado financeiro digital proporciona é a competição entre as antigas empresas do ramo contra as mais jovens Fintechs (bancos digitais) pelas melhores inovações e menores taxas para atrair os seus novos clientes. Este ambiente é extremamente frutífero para o desenvolvimento e vantajoso para o cliente, provando assim na prática a teoria do Darwinismo Digital de Tom Goodwin que prevê a sobrevivência da empresa mais adaptada às rápidas inovações.
Assim sendo, fica claro que o desenvolvimento da economia digital cria um terreno fértil para as demais inovações e à renovação do cenário bancário. Portanto é um dever do Estado por meio do Ministério da Economia que priorize por incentivos fiscais as empresas financeiras que mais se adaptem às inovações do mundo digital para, assim, colocar o cliente-cidadão em uma posição de livre gestão de suas economias.