A desvalorização do trabalho voluntário no Brasil
Enviada em 30/04/2021
Consoante a obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas sociais. Nesse sentido, distante da ficção apresntada, a realidade brasileira encontra-se contrária ao que prega o autor Thomas, ao se discutir sobre a desvalorização do trabalho voluntário, que evidência uma problemática no desenvolvimento da sociedade. Sendo, portanto, indispensável discutir sobre os efeitos do baixo acesso a pessoas em programas voluntários, bem como da importância que esses trabalhos execem no progresso da sociedade.
Convém ressaltar, a princípio, que a falta de pessoas voluntárias inseridos em programas sociais agravam a situação da desvalorização desse trabalho no Brasil. À luz dessa questão, é coerente citar dados do G1, na qual efatiza que menos de quatro porcento da população brasileira está em projetos beneficentes. Diante desse cenário, essa realidade compromete os avanços de trabalhos que possam ajudar pessoas em situação desfavoráveis, seja pela falta de oportunidade de acesso, bem como pela falta de comunicação entre ONGs e voluntários. Indubitavélmente, é impossível nega os impactos provocados pela desvalorização dessas atividades na sociedade brasileira.
Outrossim, a realização de trabalhos voluntários contribui para o progresso da sociedade. Nesse sentido, de acordo com a Constituição Federal de 1988, todos cidadãos tem seus direitos essenciais assegurado. No entanto, esses direitos a suporte básicos de sobrevivência não são efetivos na prática, no qual pessoas que passam necessidade materias muitas das vezes são ajudadas por organizaçãoes beneficente, contribuindo dessa forma, para o progresso pessoal e desenvolvimento de vida a pessoas que precisam desse auxílio. Indubitavelmente, o papel do trabalho voluntário tem-se mostrado um passo importante para valorização do ato de participação propício em grupo.
Depreende-se, portanto, que medidas pragmáticas são essenciais para tal óbice. Sabendo disso, urge que o Ministério da Cidadania, um dos órgãos responsáveis pelo desenvolvimento social crie, por meio de verbas gavernamentais, programas de auxilio para ONGs, como postagem de propagandas televisivas, visando contribui para que pessoas estejam disposta a participar dos programa voluntários. Cabe, também, a formulação de projetos beneficente a pessoas necessitadas, como auxilio alimentício, a fim de contribui para a valorização do trabalho voluntário em prol do bem-estar das pessoas que tem necessidades básicas. Feito isso, cenários como a desvalorização de pessoas no trabalho voluntário não chegará a se repedi como exposto pelo jornal G1.