A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 03/04/2022
De acordo com a Constituição Federal de 1988, todos os cidadãos brasileiros tem o direito de ir e vir. Entretanto, é perceptível a crescente dificuldade de locomoção nas grandes cidades brasileiras. Nesse contexto, destacam-se a má qualidade do transporte público e a inoperância governamental em relação a tal problema.
Em primeira análise, convém ressaltar o mau funcionamento dos serviços públicos de transporte como um fator determinante para a perpetuação do impasse. De acordo com dados do IBOPE, 83% dos entrevistados abandonariam seus carros e utilizariam ônibus, metrôs e outros serviços caso estes pussuíssem uma devida qualidade. Sob esse viés, é inaceitável que tal realidadade se perpetue, logo é preciso que os brasileiros posssam usurfruir do direito de ir e vir por meio da melhoria dos sitemas de locomoção para assim, sanar a problemática.
Ademais, também é válido citar a falta de ações governamentais como um contribuinte para a manutenção do problema. Segundo o filósofo iluminista Jean-Jacques Rosseau, O Estado tem como principal finalidade a defesa do bem comum. Em contrapartida, é notória a carência de medidas para diminuir a crise de mobilidade urbana no Brasil. Nesse sentido, é esssencial que intervenções do governo sejam feitas para mudar tal conjuntura e garantir a toda sociedade o que foi defendido por Rosseau.
Portanto, cabe ao Governo Federal, em parceria com o Ministério da Economia - responsável pelas políticas fiscais no Brasil- atenuar a questão da dificuldade de locomoção por meio da instituição de verbas para a melhoria do transporte público e para o investimento em formas alternativas de transporte, como a construção de ciclovias, por exemplo, em diversas cidades do país, com o intuito de mitigar a crescente crise da mobilidade urbana e permitir que todos os brasileiros possam usurfruir do direito de ir e vir.