A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 03/04/2022

Conforme a quantidade de carros na rua cresce, a mobilidade urbana diminui.

Brasileiros precisam sair de suas casas com uma hora de antecedência se desejam chegar a determinado local no horário marcado. Tudo isso por conta do trânsito,

que nos horários de pico intensifica-se mais ainda. Logo, tal crise da mobilidade urbana brasileira deve ser cessada.

Em Botogá, capital da Colômbia, o ex-prefeito Enrique Peñalosa tomou algumas medidas radicais para o melhoramento da mobilidade, algumas dessas medidas foram: aumentar a iluminação das vias e calçadas, alargar as calçadas, diminuir vagas para carros estacionarem na rua, entre outros. Tais medidas visando beneficiar pedestres e transportes públicos para que assim as ruas ficassem mais “limpas”. Assim, Botogá tornou-se referência munidal.

A pouca mobilidade urbana no Brasil gera diversos impactos negativos na vida dos cidadãos, como atrasos, ansiedade e estresse. Além de causar impactos econômicos também, já que com uma péssima mobilidade vários trabalhadores não chegam a tempo em seus locais de trabalho. A principal causa é a péssima estrutura e organização dos transportes públicos, fazendo com que as pessoas optem, cada vez mais, por carros.

Portanto, uma das medidas cabíveis é um projeto que une governos federais,estaduais, municipais e empresas a fim de melhorar as linhas de ônibus e metro. Com mais ônibus e metros circulando em mais áreas das cidades, principalmente em horários movimentados, a questão da mobilidade, em grande parte, será solucionada. Além disso, é importante o investimento nas ciclovias, nas bicicletas e patinetes compartilhados. Tudo isso dará mais opções de deslocamento para a população, evitando, assim, a busca desenfreada por carros e longos trânsitos.