A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 03/04/2022
Segundo a constituição de 1988 “É livre a locomoção no território nacional em tempos de paz”. Entretanto, nos dias atuais a liberdade de locomoção é interrompida dada a crescente crise na mobilidade urbana, esta é resultado de diversas Cidades e Estados que não passaram pelo processo de planejamento correto urbano, e também do descaso governamental sobre a infraestrutura locomotiva do país.
Em primeira análise, o presidente JK investiu no projeto “50 ano em 5” que realizou diversas mudanças no país, como a mudança da capital para o Centro-Oeste no Distrito Federal esta foi uma cidade planejada que apresenta plena mobilidade urbana dada a arquitetura organizada do distrito, em oposição as diversas cidades que não foram planejadas contém diversos problemas a mobilidade diária como enchentes, ruas esburacadas, engarrafamentos entre outros. Em síntese, várias cidades do país não foram planejadas, desta forma a mobilidade do indivíduo urbano é comprometida.
Outrossim, segundo o contractualista John Locke o governo tem como função de assegurar os direitos naturais dos cidadãos, e caso contrário é deposto, porém no cenário político atual brasilerio há enorme descaso governamental sobre a mobilidade urbana voltada para novas soluções, manutenções e novos projetos. Como por exemplo a estação da Vila Sônia em são Paulo que ainda passa por processos de analise após anos. Desta forma, o governo não cumpre seu dever e interfere no dia a dia do cidadão. Em suma, o governo não investe na mobilidade urbana, mesmo este sendo seu dever, e impacta negativamente no dia a dia urbano.
Portanto, é inegável a necessidade do funcionamento harmônico e efetivo do poder judiciário ao país, ele deve efetivar investimentos e leis por meio de congressos voltados a mobilidade urbana e também analisar as necessidades da população de cada Estado. Assim, com o fito de cumprir seu papel e garantir a locomoção dos indíviduos pela cidade.