A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 03/04/2022

Desde a Segunda Revolução Industrial, as pessoas começaram a se locomoverem para a zona urbana, onde havia mais possibilidades de trabalhos. Entretanto, naquele período, ter carro não era comum, praticamente, para ter acesso a esse veículo, era preciso ter uma renda fixa e alta. Já atualmente, nas cidades estão lotadas desse automóvel, dificultando a mobilidade dos cidadãos. É preciso analisar essa situação e ver possíveis soluções para o problema.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), em 2015, foi registrado que 85% da população brasileira vive na zona urbana, isto é, uma grande quantidade de pessoas em um lugar só. Supostamente, a maioria delas possui um carro, provocando um trânsito nas ruas e rodovias. E há vários motivos para os indivíduos optarem por esse automóvel, por ser mais prático, não é preciso ficar esperando por um transporte público, não ficar esbarrando e se apertando com o povo, entre outros.

A priori, muitos cidadãos brasileiros também estão utilizando outras vias de transporte, por exemplo, as bicicletas. Alguns benefícios de usá-la é que ela polui menos o meio ambiente, não ocupa tanto espaço como o carro, pode ser considerado como um exercício para o corpo, resultando em uma vida mais saudável. Além dela, há os transportes públicos como o ônibus e o trem ou metrô. Esses conseguem levar por volta de 30 e 200 pessoas, respectivamente. Segundo CBTU, um vagão do metrô é capaz de transportar até 250 pessoas, equivalente a quase 50 carros.

Portanto, é preciso incentivar o povo brasileiro a utilizar outras formas como meio de transporte além do carro. O governo deve analisar os preços das passagens dos ônibus e trens, e o custo de uma bicicleta para que todos possam ter acesso sem dificuldade. Assim, poderá ser possível facilitar a mobilidade urbana e poluir um pouco menos o meio ambiente.