A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 25/08/2021
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, assegura o direito ao transporte e o bem-estar a toda a população brasileira. Todavia, a mobilidade urbana no Brasil encontra-se em uma grande crise, tendo em vista, a falta de investimentos em transportes coletivos e em alternativas mais sustentáveis. Consequentemente, em razão da falta de incentivo de verba do Governo Federal, proporciona-se um maior número de veículos nas ruas e avenidas, e dessa forma, há uma elevação de emissão de gases estufa na atmosfera terrestre. Assim ssendo, torna-se fundamental a análise dassa conjuntura para a reversão do quadro.
Em primeira análise, vale ressaltar um dos principais motivos para o início da crise urbana: o êxodo rural que o Brasil sofreu no começo do século XX. Nesta época, houve um intenso avanço industrial, principalmente na na região Sudeste do país, o que acarretou um volumoso deslocamento de pessoas do meio rural para o urbano em busca de melhores condições de vida e trabalho. Diante deste cenário, as grandes cidades precisaram se adaptar à crescente demanda de cidadãos, aprimorando o transporte coletivo para isso. Entretanto, vê-se que, mesmo com a abundante população presente nos munícipios, os meios de transporte, principalmente coletivos, são pouco competitivos, ou seja, há poucas opções de locomoção circulando nas cidades, nas quais não são suficientes para portar o número de indivíduos que carecem destes meios para seu deslocamento.
Seguindo a situação apresentada, muitas pessoas usam seus carros em vez de utilizar o transporte público. Sendo assim, há uma enorme quantidade de veículos percorrerndo as cidades, de modo que haja mais congestionamentos de trânsito, e assim uma maior expansão desses gases estufa. Um estudo lançado pelo Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) revela que cerca de 72,6% dos gases, principalmete o monóxido de carbono (CO), são realizadas pelos automóveis. Porém, este fato não só prejudica o meio ambiente, como o aumento da temperatura terrestre, o que pode ocasionar o derretimento das geleras, mas também a saúde humana. Sua emissão pode possibilitar doenças repiratórias e cardiovasculares como a asma e a arteriosclerose.
Infere-se, portanto, a necessidade de mistigação dos entraves em prol da diminuição da crise de mobilidade urbana. Assim, cabe ao Congresso Nacional, mediante ao aumento de percentuais de investimentos, o que será proporcionado por uma alteração na Lei de Diretrizes Orçamentais, incentivar o uso de recursos mais sustentáveis, como a ampliação de ciclovias, linhas de metros e trens, com o objetivo de melhorar a locomoção de pessoas e diminuir os efeitos dos gases estufa. Portanto, torna-se possível a construção de uma socienda permeada pela efetivação dos elementos da magna carta.