A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 15/01/2021
Com a Revolução Industrial, surgiu os primeiros veículos a vapor, a partir disso, a indústria automobilística foi se inovando e ganhando espaço no ramo enconômico. Sendo assim, houve um crescimento exponencial na produção de automóveis, fazendo com que surgisse inúmeros problemas urbanos. Com isso, no que se refere à crise na mobilidade urbana brasileira, percebe-se uma problemática em virtude da gentrificação e dos transportes públicos.
Em primeira análise, devido a mão de obra barata das fábricas, no inicio da industrialização no Brasil, a população de baixa renda passou a habitar lugares mais afastados dos centros urbanos, formando as favelas. Diante disso, houve um crescimento alarmante das periferias nas grandes metrópoles. Nesse sentido, com o intuito de transformar o espaço dos aglomerados subnorte, as pessoas que ali vivem são transportadas para outros locais, geralmente mais afastado, ocorrendo o processo de gentrificação. Com isso, grande parcela da comunidade necessita de uma maior mobilidade, já que, se encontram mais distante dos centros urbanos, aumentando necessidade de algum tipo de transporte. Sendo assim, pode-se notar a demanda de um melhor amparo a esses indivíduos, para consequentemente, diminuir a precisão de
Além disso, a precaridade dos tranportes públicos oferidos a população faz com que as pessoas precisem adquirir um meio locomotivo individual. Diante disso, o preço da passagem, a superlotação, falta de segurança e de comodidade, são motivos pelos quais a população deixa de usar o transporte coletivo. A partir dessa perspectiva, de acordo com a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, em 2019, o Brasil teve uma queda de 12,5 milhões na quantidade passageiros que utilizam esse meio de mobilididade oferido à população, desse modo, percebe-se a insatisfação da sociedade diante das condições do transporte público. Assim, verifica-se a necessidade de melhoria nesse setor, para que se reduza o número de veículos individuais nos centros urbanos.
Portanto, é necessário que o Governo Federal, juntamento com empresas de transporte urbano, melhore as condições do meio público de locomoção, por meio de investimentos em ônibus e estações de trem, - fazendo com que o valor da passagem seja acessível, oferecendo conforto e segurança à população - assim, diminuindo a quantidade de automóveis particulares circulando nas cidades. A fim, de evitar grandes engarrafamentos e reduzir o fluxo carros e motos, consequentemente, melhorando a qualidade de vida da população.