A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 15/12/2020
O plano de governo imposto por Juscelino Kubistchek, com um grande de criar novas rodovias para incentivar a abertura de industrias automobilísticas no Brasil, a partir de 1920, trouxe consigo uma série de problemas que foram refletir principalmente na contemporaneidade. Contudo, os aspectos sociais, ambientais e econômicos, dependência com a crise crescente imposta pela mobilidade urbana. A falta de transporte coletivo que consiga suprir como necessidade da população, e a precariedade em outros modais de locomoção, corroboram para que a sociedade busque alternativas incorretas, na hora de decidir o modo de deslocamento até o lugar desejado.
Primeiramente, vale ressaltar que o Brasil vive um sistema de carrocracia, deste modo faz com que haja um potencial biótico enorme com relação ao aumento de automóveis. Ao aderir o plano, o governo JK não contava com um número elevado de carros, no entanto pesquisas apontam que o crescimento populacional atual está cerca de 110% abaixo dos veículos. Os privilégios dos particulares, em relação aos coletivos, são postos na balança pela sociedade, que opta por possuir um carro próprio ao lucro de buscar outras alternativas, como - bicicletas, ônibus, metrôs e até mesmo a caminhada. Ademais, a não segurança nas calçadas e falta de ciclovias, idade de forma retrógrada à mobilidade.
Com isso, o meio ambiente recebe um porcentual muito grande de gases poluentes, esses - ocorre como pessoas que vivem principalmente em meios industrializados e grandes cidades. Além de problemas respiratórios, a população em geral sofre com estresse diário e complicações auditivas, provindas do barulho no cotidiano.A economia por sua vez, encara uma comunidade com dificuldade de chegar até o local de trabalho, uma baixa produtividade por boa parte de seus funcionários, sem contar como taxas de cargas nas rodovias do Brasil, estas tornam-se sinônimo da pedra no caminho citada pelo modernista Carlos Drummond de Andrade.Como mais um impasse para a evolução do país.
Portanto, para que o Brasil consiga suprir a crise que o ronda, é mister que o Ministério dos Transportes, aliado aos municípios e seus representantes, melhore os transportes coletivos e a iluminação em todas as partes da cidade. A partir dai, por meio de verbas administrativas, crie um pedágio urbano, inspirado ao modelo implantado no centro Londres, com intuito de cobrar os carros particulares, toda vez que acessarem aos locais de forte comércio e afins, com isso os altos custos e buscarão outras formas de locomoção. Ademais, use parte do dinheiro arrecadado para adquirir e investir em ciclovias próprias para este padrão.Somente assim - os brasileiros conseguirão desapegar-se de seus veículos e contribuir para a evolução de nossa pátria em todos os aspectos.