A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 15/12/2020
O governo de Juscelino cubtcheck foi marcado pelo grande desenvolvimenos de rodovias, o que causou uma grande demanda por carros, caminhões e motos. Assim, atualmente no Brasil, por conta do grande número de veículos privados, a mobilidade urbana enfrenta uma crise, tal acontecimento é influenciado tanto pela péssima administração governamental, quanto pela má estrutura educacional. Inicialmente, é certo que a administração governamental ruim é um fator contribuinte para a problemática, visto que há uma escassez de projetos que visam incentivar o uso de meios de transportes coletivos, o que prejudica o bem-estar da população, no que se refere a locomoção. Ademais, segundo Thomas Hobbes, filósofo Inglês, ´´ é dever do Estado promover o bem-estar social``. Dessa forma, com a fala de Hobbes, percebe-se o descaso pelo qual o Brasil passa, o que é inadmissível. Outrossim, a má estrutura educacional é outro ponto que colabora para a continuidade da problemática, já que há poucos programas educacionais voltados para conscientizar os jovens sobre o aumento dos meios locomotores privados, como carros e motos, e seus danos a sociedade. Além disso, Platão falava que a educação é a base de uma sociedade perfeita. Dessa forma, é inaceitável, que o Estado, que governa sob a constituição de 1988, continue a desvalorizar o eixo educacional. É necessário, portanto, para que a mobilidade urbana no Brasil seja de boa qualidade, que o Governo -agente detentor do poder executivo- elabore políticas públicas, por meio de parcerias com instituições educacionais- que tem como objetivo promover a educação para a sociedade. Espera-se, com isso, a diminuição do uso de veículos próprios e o aumento do uso de transportes públicos, assim, contrariando a política do ex-presidente do Brasil, Juscelino.