A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 13/12/2020
De acordo com a Constituição Cidadã de 1988, no Artigo 3, é dever do Governo assegurar o bem-estar dos habitantes da nação. Todavia, a norma não é posta em prática, já que o crescente transtorno na locomobilidade é presente. Tal panorama pode ser observado, pela falta de políticas públicas para melhorar os meios de transportes e, consequentemente, os prejuízos no cotidiano dos cidadãos. Por isso, torna-se essencial o debate acerca da crise na mobilidade urbana brasileira.
A princípio, vale ressaltar a insuficiência de investimentos nos modais públicos. Consoante Aristóteles, em sua obra “Ética a Nicômaco”, a política serve para garantir felicidade as pessoas. Nesse sentido, o Estado deveria suprir as necessidades da massa quanto à utilização dos meios de transportes. Porém, ocorre a ausência na aplicação de capital, por exemplo, para o reforço no número dos ônibus e metrôs, visto que auxiliariam em um deslocamento mais rápido e evitariam a lotação desses. Assim, as Entidades negam “felicidade” aos indivíduos.
Além disso, sucedem-se os impasses na vida dos brasileiros. Conforme Simone de Beauvoir, “O pior dos problemas sociais é que o povo se habituou a eles”. Nesse contexto, por se encontrarem desgastados de cobrar avanços nos modais - seja na diminuição de tarifas, seja por uma maior segurança - os sujeitos se “adaptaram” a esse realidade, uma vez que suas reclamações não detém de efeito algum para a finalização dessa crise. Logo, o estresse e atraso, nas atividades diárias, fazem-se existentes na rotina da população que depende do transporte público.
Portanto, medidas são necessárias na contenção dessa problemática. Para isso, cabe ao Ministério da Infraestrutura, em conjunto com o Ministério da Economia, a criação de campanhas, nas principais empresas de transportação, que aumentem a frota dos modais. Tal ação deve ser realizada por meio de investimentos, na formulação de novos ônibus e ampliação das linhas dos metrôs, em que diminuam a demora e lotação, a fim de que os cidadãos sejam beneficiados com transportes de qualidade. Dessa forma, a Constituição Cidadã será vivenciada.
Portanto, medidas são necessárias na contenção dessa problemática. Para isso, cabe ao Ministério da Infraestrutura, em conjunto com o Ministério da Economia, a criação de campanhas, nas principais empresas de transportação, que aumentem a frota dos modais. Tal ação deve ser realizada por meio de investimentos, na formulação de novos ônibus e ampliação das linhas dos metrôs, em que diminuam a demora e superlotação, a fim de que a população seja beneficiada com transportes de qualidade. Dessa forma, a Constituição Cidadã será vivenciada.