A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 07/09/2020

A revolução industrial ocorrida no século XVIII e XIX possibilitou a inovação nos meios de transporte com a locomotiva e as ferrovias. Apesar da melhora nesse âmbito, a mobilidade urbana ainda sofre desafios, como a estrutura precária e o aumento do número de automóveis. Logo, é imperiosa a ação de medidas governamentais  e privadas que solucionem a problemática.

Em primeira análise, nota-se que a péssima estrutura nas linhas de trânsito favorece a compra de carros privados contribuindo para o impasse. A melhora nos transportes coletivos é uma das etapas que diminui a crise na mobilidade, visto que, em países como a Coreia do Sul as pessoas preferem o transporte público ao invés de carros privados por esses serem de ótima qualidade, estrutura e serem espaços organizados. Desse modo, é importante uma tentativa que melhore o imbróglio citado.

Outrossim, o crescimento no número de carros que provoca  a carrocracia é um dos fatores que favorecem essa situação. Aliado a isso, é perceptível que a revolução industrial juntamente com os sistemas de produção como o fordismo, possibilitou várias inovações e consequências. Dentre as consequências desse aumento são a poluição ambiental associada a liberação de gases poluentes e a impossibilidade de locomoção dos ciclistas. Logo, também a má conduta de carros preferenciais como de bombeiros e de emergência que são afetados diretamente.

Portanto, são necessárias medidas que atenuem esse empecilho. Cabe ao Governo Federal, por intermédio de empresas privadas promovam melhorias no sistema público de transporte juntamente com a criação de linhas de ônibus e de ciclistas separadas, a fim de proporcionar mais acesso aos meios coletivos. Além disso, as empresas ,juntamente com as prefeituras dos estado ,devem oferecer apps - aplicativos que facilitem as pessoas nas escolhas dos ônibus, com o intuito de atrair esse público e otimizar o tempo.