A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 18/08/2020
Em 1956, iniciou-se o plano de metas do presidente Juscelino Kubostscherk, por pretender desenvolver o Brasil em apenas 5 anos e uma maneira fácil para a integração entre as regiões referiu ao asfaltamento de vias de transportes terrestres. Com isso, depois de anos gerou diversos problemas e crise na mobilidade urbana brasileira, influencia na economia social das pessoas.
O Brasil possui grandes vias de ciclismo e aplicativos de patinetes que podem ser boas alternativas de transportes. Entretanto, isso é apenas na parte central das metrópoles que abrange unicamente as camadas mais ricas da cidade. No caso, a parte que sofre segregação espacial sofre cada vez mais para se locomover - são 7,4 milhões de brasileiros, de acordo com o IBGE, essas pessoas estudam ou trabalham fora da cidade em que residem. Assim, gerando atraso ou estresse no ambiente de destino.
Ademas, a grande poluição no ar produzidas por transportes que utilizam diesel agravando as ilhas de calor - fenômeno climático nos centros urbanos. No documentário “Globonews em movimento” que aborda toda a crescente crise na movimentação de brasileiros em várias cidades - como Rio de Janeiro, São Paulo e Nova Iorque. Dessa forma, a complicação nos modais de deslocamento por falta de infraestrutura, provocando a superlotação e inópia de integração dos sistemas de movimentação.
Portanto, são necessários parâmetros para diminuir a crescente crise do deslocamento urbano. Por isso, é de suma importância o investimento do Ministério da Infraestrutura na ampliação de modais de locomoção por meio de ciclovias, também na adesão de caronas para amenizar problemas ambientas e o número de carros nas vias. Assim, empresas podem contribuir por intermédio de flexibilização de horários de trabalho - com isso, brasileiros serão inseridos e o plano de J.K. integração das regiões se realizara depois de várias décadas.