A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 10/08/2020

Todo cidadão tem direito de ir e vir quando bem entender. Contudo a crescente crise da mobilidade urbana impede a população desse direito tão básico, pois essa crise acaba dificultando e impossibilitando o deslocamento da população nas estradas com o uso de automóveis dentro dos grandes centros. Isso acaba contribuindo negativamente com a saúde das pessoas, devido `a constante liberação de gases poluentes na atmosfera terrestre.

O deslocamento diário até o trabalho ou instituição de ensino, se faz muito presente no cotidiano de grande parte dos cidadãos. Assim se fazem também as horas no trânsito, principalmente dos moradores das metrópoles. Ligado ao grande número de veículos que se deslocam nos chamados “horários de picos”, os engarrafamentos que causam as esperas no trânsito, atingem milhares de pessoas todos os dias. Surgem diversas formas de acabar com esse problema, como o uso de bicicletas e transporte público.

Entretanto, o perigo para os ciclistas se tornou muito maior, e o aumento do custo das passagens de ônibus também faz com que isso se torne não tão bom para a população. Além disso, o número de automóveis que circulam nas ruas, atinge também a saúde da população e do planeta. O lançamento do gás carbônico na atmosfera terrestre é um dos principais fatores que aceleram o efeito estufa, o que causa o aumento da temperatura global e afeta a natureza.

Em consequência disso tudo, é necessária uma intervenção imediata sobre a crescente crise da mobilidade urbana brasileira. Logo, cabe ao Governo Federal, junto com o Ministério de Transportes, assegurar o passe livre para trabalhadores em seus horários de trabalho, afim de diminuir o número de veículos nas ruas. Além disso, precisamos também de uma iniciativa para investir em ciclovias em todos os municípios, colaborando com a diminuição de gases poluentes. Pois só assim, os direitos mais básicos da população serão devidamente cumpridos.