A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 20/08/2020

Funcionando conforme a Terceira Lei de Newton, a qual afirma que para toda força de ação existe uma de reação com a mesma intensidade, o precário planejamento do governo nas vias urbanas do Brasil, tem como resultado a crescente crise na mobilidade dos automóveis do país. Nesse sentido, os motoristas sofrem diariamente com o engarrafamento no trânsito e, consequentemente, prejudica-se o rápido deslocamento para seu destino final. Dessa forma, torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática: a dificuldade dos trabalhadores de chegar no horário certo no seu emprego e o aumento da liberação de gases tóxicos pelos carros.

Com o advento do modelo fordista de produção, em 1914, a fabricação de carros em massa era uma realidade da época. Como consequência disso, os veículos movidos à combustão são os principais meios de transporte na atualidade e, por conseguinte, é o método mais utilizado pelos trabalhadores que buscam fugir dos transportes públicos. Dessa maneira, pela falta de planejamento urbano, as vias ficam lotadas de carros e o deslocamento fluído fica comprometido. Por isso, o tempo gasto no trânsito pode prejudicar a pontualidade do funcionário brasileiro para chegar no seu trabalho, o que, infelizmente, poderá corroborar sua demissão.

Ademais, é válido ressaltar que a obstrução dos automóveis no trânsito aumenta a liberação de gases poluentes na atmosfera. Isso porque os carros liberam compostos tóxicos, como resultado do funcionamento de seu motor, que podem afetar a saúde humana e o meio ambiente. O dióxido de enxofre e o óxido de nitrogênio, por exemplo, prejudicam o sistema respiratório do indivíduo e causam a chuva ácida. Nesse sentido, a falta de mobilidade dos carros aumenta a propagação desses poluentes na atmosfera, uma vez que o veículo continuará funcionando mesmo que esteja parado. Assim, é necessário que metidas sejam tomadas para minimizar os efeitos dessa problemática.

Em suma, os impactos da crescente crise na mobilidade urbana foram comprovados e devem ser mitigados. Urge ao Ministério da Infraestrutura criar projetos para melhorar o deslocamento de carros nas vias, com o fito de aprimorar a agilidade do trânsito e, assim, minimizar o tempo gasto pelos motoristas nas ruas, além de diminuir a liberação de gases tóxicos, já que não haverá obstrução nas vias. Só assim, a ação do governo funcionará conforme a Lei de Newton, e terá como reação a maior mobilidade dos automóveis no trânsito.