A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 17/07/2020

Grandes e até mesmo médias cidades encaram um grave problema :  O engarrafamento. Reflexo de um planejamento urbano precário somado a um crescente número de carros em circulação , o engarrafamento só expõe a péssima mobilidade urbana vigente no Brasil. Um péssimo serviço de transporte de massas e uma inflexibilidade nos horários de trabalho podem ser apontados como fatores importantes para essa questão.

Com preços que ,em geral ,não refletem a real falta de qualidade do serviço prestado ,o transporte de massa como o ônibus , metrô e trem são responsáveis por incentivar o trabalhador a comprar um carro, para que esse possa se livrar do engarrafamento. Só que com um maior número de veículos particulares em circulação mais engarrafamentos são criados.

Somado a isso têm-se uma questão cultural e trabalhista de horários fixos tanto para entrada quanto para a saída , obrigando um contingente enorme de trabalhadores a sair no mesmo horário ,causando lentidão nas vis além de estresse e até mesmo a perda de produtividade causada pelo cansaço e horas perdidas dentro de um veiculo.

Dado o exposto ,se faz necessário que , na figura do Estado ,se faça uma fiscalização no transporte de de massas além de um incentivo financeiro para que , caso seja preciso , uma renovação na frota de veículos  ,somado a isso é essencial um planejamento urbano mais moderno com enfase em ruas , espaços em avenidas e complexos viários destinados a um escoamento especifico de ônibus ,bicicletas e meios de transporte alternativos. Têm-se ainda que , com o auxilio de pesquisas e estudos , mudar a questão de horarios fixos em setores nos quais o trabalho possa ser feito de maneira remota pela casa do trabalhador , assim evitando mais uma carro na rua .