A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 13/07/2020

Belle Époque foi o nome dado a época antes da Primeira Geração Romântica, na qual houve grandes inovações tecnológicas, como: o automóvel. Entretanto, no Brasil contemporâneo o excessivo  uso do automóvel mostra seu aspecto negativo, pela crescente crise na mobilidade urbana no país. Assim, seja devido ao aumento no número de veículos nas ruas, além de poder causar sérios problemas de saúde para população, por motivo da poluição, essa situação não pode mais ser uma realidade no Brasil e deve ser revertida.

Em primeira análise, o aumento no número de automóveis nas ruas brasileiras contribuem para crescente crise da mobilidade urbana. Isso ocorre, pois, com a Revolução Industrial o modo de produção aumentou, por resultado a produção de automóveis também aumentou, o que favorece para o crescente números de veículos nas ruas. Uma evidência desse cenário são os trânsitos, os engarrafamentos e os acidentes constantes com os automóveis. Dessa forma, o trânsito só aumenta e as pessoas ficam expostas aos acidentes. Logo, é substancial a mudança desse cenário.

Outrossim, é imperativo pontuar que o excesso do número de veículos pode prejudicar à saúde das pessoas. Essa lógica é comprovada pelo fato do carro ou transporte público não ser ecologicamente correto e sustentável, o que prejudica à saúde da população que inala todo dia, muitas vezes para ir trabalhar, a poluição gerada em virtude do automóvel, essa situação foi sintetizada por Joze Goes: " A saúde do homem depende muito da saúde do planeta". Nesse sentido, segundo a Emdec, em Campinas há um fluxo médio de 84 mil veículos por dia e no ano de 2015, foram registrados apenas 2.112 ciclovias na cidade de São Paulo. Consequentemente, a poluição decorrente do automóvel só cresce no país e a sociedade ficando doente.

É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para combater a crise na mobilidade urbana no Brasil. Para solucionar esse problema, o Ministério da Infraestrutura deve garantir para população um fluxo melhor de automóveis, sem trânsito, por meio da construção de mais ciclovias e ciclofaixas, para que, com isso, o trânsito diminua, melhore a segurança dos ciclistas nas ruas e incentive as pessoas a utilizarem menos automóveis. Ademais, os fabricantes de veículos devem fabricar automóveis mais sustentáveis, a fim de não prejudicar à saúde das pessoas. Dessa maneira, a crescente crise na mobilidade urbana não será mais vivenciada no país.