A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 09/07/2020
A crise na mobilidade urbana é uma ameaça constante a todos que utilizam as rodovias de grande fluxo. De acordo com a Constituição Federal Brasileira de 1988, todos os cidadãos tem o direito de ir e vir e de se locomover livremente nas ruas. Nessa ótica, convém analisarmos as principais causas, tais como o grande número de congestionamento em hipercentros e a necessidade ativa das linhas de transportes coletivos alternativos em grandes cidades.
Nesse contexto, é importante salientar que no ano de 1950, o Presidente Juscelino Kubitscheck, investiu em diversas rodovias nos principais territórios brasileiros. No entanto, atualmente, esses principais fluxos apresentam inúmeros congestionamento, problematizando cenários caóticos, tal como a impossibilidade de chegar no horário estabelecido de trabalho, devido aos picos de trânsito na metrópole, ocasionando perdas financeiras e estresses contínuos para todos os envolvidos.
Além disso, vale ressaltar que, de acordo com a teoria do Contrato Social, firmada pelo filósofo Thomas Hobbes, a população submete-se aos meios administrativo estatais na medida em que se deve assegurar o comprimento de seus direitos, porém, na atual sociedade brasileira, tal acordo é quebrado. Uma vez que as linhas de transporte público apresentam frotas pequenas comparado à demanda de pessoa que utilizam diariamente, bem como a falta de estrutura interna prejudicando o conforto. o que urge na sociedade civil uma maior participação no combate a essa problemática.
Desse modo, diante dos fatos mencionados, torna-se imprescindível que o Governo Federal em paralelo com as empresas privadas, ampliem as linhas de ônibus e metrô de qualidade e com fácil acesso à todos os cidadãos, no intuito de minimizar os congestionamentos desnecessários, facilitando assim, a locomoção sem estresse a todos os indivíduos. Portanto, acordos estabelecidos pela Constituição Federal e pelo Thomas Hobbes poderiam ser concretizados firmemente. .