A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 09/07/2020
De acordo com Oscar Wilde, “A insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação.” Atualmente, o Brasil vive uma crise na mobilidade urbana. Outrossim, condições socioeconômicas afetam o modo de como os cidadãos iriam se deslocar para seus afazeres do dia a dia, e má qualidade do transporte publico resulta em acréscimos de carros particulares no trânsito. Ademais,com elevado grau de urbanização pode suceder fenômenos climáticos que debilite o meio ambiente, e também, diminuindo a qualidade de vida do Brasileiros.
Por conseguinte,a classe D/E são as que mais gastam tempo com o deslocamento. Bem como, o transporte público no Brasil é considerado ruim e ineficiente, com passagens caras e ônibus frequentemente lotados, veículos em condições ruins.Como resultado, o numero elevado de veículos nas rodovias, gerando constantemente lentidão no trânsito e desencadeando nos motoristas um problema comum: o estresse e a ansiedade.Pois se não for tratados podem progredir em uma patologia.
Haja vista, a compactação do solo e o asfaltamento, muito comuns nas cidades, dificultam a infiltração da água, visto que o solo está impermeabilizado. Sendo assim, o abastecimento do lençol freático fica prejudicado, reduzindo a quantidade de água subterrânea. Por consequência, pode ocorrer afundamento do leito carroçável (piso da rua) provocando desastres com veículos e pessoas. Isso resulta na falta de segurança para os cidadãos que precisam se deslocar nas cidades.
Em suma, o ministério do meio ambiente junto com a prefeituras municipais devem aumentar os investimentos em ônibus híbridos, veículos movidos a eletricidade e biodiesel que reduzem 90% a emissão de poluente, assim contribuindo para o retardamento do aquecimento global. Outra maneira seria o poder públicos diminuir impostos para as empresas que aumentarem a flexibilidade do horários de serviços para seus funcionários, assim diminuiria significativamente o numero de pessoas na “hora de pico” nos transportes públicos.